COMUNICADOS DE IMPRENSA

O pequeno-almoço e o rendimento escolar

Os professores da primária dão o alerta de que as crianças que não tomam um bom pequeno-almoço sofrem consequências negativas no seu rendimento escolar

·         Os alunos que não tomam o pequeno-almoço apresentam um pior rendimento físico, seguido de um pior rendimento intelectual e uma capacidade de atenção e concentração inferiores, segundo os profesores.

·         À volta de 10% das crianças entre 6 e 12 anos não toma habitualmente o pequeno-almoço por falta de apetite ou tempo

·         Mais de metade das crianças entre 6 e 12 anos levanta-se com sono

·         7 de cada 10 professores consideram que jantar antes das 20h00, tal como dedicar 15 minutos ao pequeno-almoço diário, influi consideravelmente nos hábitos de pequeno-almoço das crianças

Madrid, 26 de Setembro de 2012.- O facto de que uma criança não tome um pequeno-almoço completo e equilibrado influencia negativamente o seu rendimento escolar.  Assim o afirmam 99% [1] dos professores do ensinobásico, questionados no estudo O pequeno-almoço e o rendimento escolar elaborado pela Kellogg´s e apresentado hoje em Madrid.

Segundo este estudo, no qual se perguntou aos professores sobre a sua experiência com crianças entre 6 e 12 anos, a realização ou a falta de um pequeno-almoço completo e equilibrado afecta todas as áreas do rendimento escolar, como o comportamento, o bom rendimento físico e intelectual, o estado anímico e a sociabilidade, entre outras.

Na apresentação do estudo, o Director de Educação Infantil e Primária do Colégio Fundación Caldeiro, Javier Fernández Galvín, explicou como os professores observaram que um bom pequeno-almoço influencia positivamente o rendimiento físico (100% dos professores de Educação Física são desta opinião); o rendimento intelectual, inclusivamente o estado anímico (mais de 95% dos questionários). Pelo contrário, a falta de um bom pequeno-almoço provoca, de acordo com 95% dos inquiridos, debilidade e falta de energia e menos capacidade de atenção e concentração. Para a metade dos professores um pequeno-almoço pobre provoca também um mau comportamento e pouca capacidade de relacionamento com os colegas [2].

O estudo também se interessou pelos hábitos dos próprios educadores quanto ao pequeno-almoço e descobriu que 65% dos professores considera que o pequeno-almoço é muito importante relativamente a como passam o dia e, apesar de 7 em cada 10 educadores conhecerem os alimentos que devem estar presentes num pequeno-almoço equilibrado (lácteos, cereais e fruta), só 3 em cada 10 professores fazem um pequeno-almoço equilibrado[3]. O pequeno-almoço mais comum dos professores é um café com leite e uma torrada. Destaca-se o consumo de sumo entre os professores de Educação Física (48%) e quase 20% também come cereais.

Peritos de todo o mundo em vários estudos independentes concordam que o pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia, e que os benefícios dos cereais são uma parte essencial de um pequeno-almoço equilibrado e incidem de forma positiva em importantes aspectos da saúde. Está demonstrado que comer cereais ao pequeno-almoço está associado a um menor IMC (Índice de Massa Corporal) nas crianças e adultos, ou seja, menor excesso de peso. Para além disso, normalmente os cereais têm poucas gorduras e não contêm colesterol, são baixos em calorias e ricos em nutrientes. Os estudos demostram que quando os nutrientes essenciais não se tomam ao pequeno-almoço não se compensam no resto das refeições que se fazem ao longo do dia. De facto, as pessoas que não tomam cereais ao pequeno-almoço são mais propensas a uma alimentação pobre em nutrientes.

Com este objectivo, a pediatra e nutricionista Dra. Margarita Alonso destacou na apresentação do estudo que “é importante ter em conta o pequeno-almoço, no qual o aporte não será inferior a 25% do valor calórico total da dieta. Está demonstrado que quando não se toma o pequeno-almoço ou este é insuficiente, pode dar origem a uma hipoglicémia secundária, que tem influência no comportamento e rendimento escolares”.

Apesar das consequências de não tomar o pequeno-almoço no rendimento escolar, 10% das crianças espanholas entre 6 e 12 anos não tomam o pequeno-almoço todos os dias.[4]. Entre aqueles que tomam diariamente o pequeno-almoço, 8% não o faz em casa e 15% toma sozinho o pequeno-almoço, sem a presença de um adulto. Assim, mais de metade das crianças tomam diariamente o pequeno-almoço em casa, com os pais ou com toda a família, que é o lugar ideal para tomar o pequeno-almoço, na opinião dos professores.

Em relação aos motivos pelos quais as crianças tomam um bom ou um mau pequeno-almoço, o estudo da Kellogg´s descobre que 70% das crianças que não tomam o pequeno-almoço não o fazem por falta de apetite[5]. De acordo com os peritos, a falta de apetite pelas manhãs relaciona-se com os hábitos de jantar e de dormir da noite anterior. Neste sentido, o estudo da Kellogg´s revela que mais ou menos 40% das crianças de 6 a 12 anos janta entre las 21h00 e as 22h00 durante o período lectivo escolar, e se deita entre as 22h00 e as 23h00 e levanta-se entre as 7h00 e as 8h00[6]. Como consequência destes hábitos, mais de 50% das crianças de 6 a 12 anos levanta-se com sono pela manhã.

Assim, o Dr. Estivill, pediatra especialista no hábito do sono e autor de livros como Duérmete niño e ¡A comer!, afirmou que “as crianças espanholas se deitam mais ou menos 1-2 horas mais tarde do que deveriam, o que faz com que o período de sono seja mais curto e de pior qualidade. E isto devido aos horários que se têm em Espanha, especialmente os nocturnos, onde os horários de trabalho acabam muito tarde, o que obriga a rotinas totalmente inadequadas em relação ao período de sono”. Estivill explicou que “o sono é como uma oficina, na qual existe um equilíbrio físico e psíquico, imprescindível para ter um dia activo, capacidade mental para aprender e energia para realizar todas as actividades necessárias. Compreendendo esta função de oficina que realizamos quando dormimos, nesta faixa etária, os estudos científicos indicam-nos que o número de horas deve ser 10-11 horas.”!

No estudo O pequeno-almoço e o rendimento escolar da Kellogg´s questionou-se um grupo de 251 professores em colégios públicos e privados da península, dos quais 191 eram de Ensino Básico e 60 eram professores de Educação Física desse mesmo nível.

 

Outras curiosidades que foram encontradas são as seguintes:

Ver televisão é a principal actividade que fazem as crianças de 6 a 12 anos depois de jantar.

A segunda causa pela qual não tomam o pequeno-almoço as crianças de 6 a 12 anos é a falta de tempo.

Os professores são da opinião que 80% dos alunos tem um peso ideal para a sua idade e complexão física e que 16% dos seus alunos está acima do seu peso.[7]

·         O pequeno-almoço é tema de reflexão na maior parte dos colégios. 60% dos centros questionados realizam workshops sobre alimentação e implementação do pequeno-almoço, e 80% considera que se trata com bastante ou muita frequência a importância do pequeno-almoço ao longo do ano lectivo.[8]

 

Uma comparação das calorias por ração segundo o tipo de pequeno-almoço (Fonte: kellogg´s)

1.                 Cereais* + leite magro = 161kcal.

* Média de cereais Kellogg´s

2.            Café/chá + açúcar + 5 bolachas Maria = 167 kcal.

3.            Queque = 209 kcal.

4.            Sumo de laranja + torrada (30g) com tomate (10g) com azeite (5g) = 213 kcal.

5.            Croissant = 231 kcal.

6.            Duas torradas (40g) de manteiga (15g) e doce (15g) = 274 kcal.

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